A corrida e a Educação Financeira


Vou revelar aqui para vocês uma das minhas resoluções de Ano Novo para 2018: correr ao menos uma corrida de rua por mês. Motivei-me a fixar esta meta - este sonho de curto prazo - no final de 2017. Mais precisamente no dia 07 de dezembro, quando participei da última etapa do ano do Circuito das Estações.

Eu já vinha ensaiando participar de uma corrida de rua há algum tempo e ao ganhar o kit de um programa de relacionamento que participo fui “picada do bichinho da corrida”.

Hoje participei da segunda corrida da vida, a primeira de 2018, coincidentemente no mesmo local e percurso da anterior. Assim, pude comparar meu desempenho e ficar feliz com a melhora do tempo.

Já me inscrevi em mais duas, fevereiro em Campinas e em março novamente na capital paulista. Mas se você leu até aqui deve estar se perguntando:

O que isso tem a ver com Educação Financeira?

Tem tudo a ver!

A atitude e decisão de sair da vontade e partir para ação é perfeitamente aplicável à Educação Financeira. Muitas vezes ficamos apenas na promessa quando o assunto é colocar o orçamento familiar em ordem, rever gastos, mudar comportamento de consumo, reavaliar o padrão de vida, começar a investir, formar uma reserva para emergências, poupar para os sonhos, sair do vermelho, deixar de pagar juros para os bancos e passar a receber rendimentos deles. Mas se você não encarar seus números, se não por em prática - ou se não se inscrever na corrida, se não treinar e se não comparecer - você ficará eternamente endividado ou inerte. Ficará eternamente na vontade.

Investimento em bem estar

A segunda questão é investimento que a prática de atividade física requer.

Eu considero que a minha participação nestas corridas é investimento num grupo de despesas que com chamo de “Qualidade de Vida”.

Dentro deste grupo também estão a mensalidade da Academia, atividades de lazer como cinema, teatro, shows, experiências gastronômicas e viagens e até cursos, palestras e workshops sobre áreas de interesse.

Então, a minha sugestão é que você crie seu grupo de atividades chamadas de “Qualidade de Vida”, inserindo àquelas que te dão prazer e realização. Fixe um valor de gasto mensal para ele, assim como para os demais grupos (alimentação, moradia, transporte, saúde, educação).

Uma das melhores maneiras de organizar o orçamento familiar é criar estes grupos, diagnosticar seus gastos, avaliar a porcentagem que cada um representa no total de suas despesas mensais e fazer ajustes.

Bom exercício e boa saúde física e financeira!

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